27/04/2011

Rio apresenta quase 850 novos casos de Dengue em 24 horas

O Rio de Janeiro registrou 843 novos casos de dengue em aproximadamente 24 horas. O número de infectados pela doença chegou a 28.492 nesta terça-feira (26), contra 27.649 notificados na tarde de segunda (25). As informações são da Secretaria Municipal de Saúde.

Os bairros mais atingidos, considerando o número de casos de cada região, são Santa Cruz, com 2.971 casos; Campo Grande, com 2.872; e Jacarepaguá, 2.296.

A situação é mais grave em oito bairros da capital, que apresentam taxa de incidência acima de 300, o que configura epidemia ou surto da doença.

As áreas de maior preocupação são: Pedra de Guaratiba (847,9), Bonsucesso (469,5), Saúde (447,1), Santa Cruz (401,9), Anil (393,5), Rio Comprido (391,5), Cosmos (389,6) e Santo Cristo (306,2).

Municípios em atenção

Os seguintes municípios são observados com maior atenção por apresentarem maior risco de epidemia: Bom Jesus de Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Cantagalo, Mangaratiba, Cordeiro, Guapimirim, Seropédica, Magé, Silva Jardim, Cabo Frio, Macuco, Iguaba Grande, Quissamã, Rio das Ostras, Angra dos Reis, Mesquita, Vassouras e Cambuci.

Mortes

A Secretaria Estadual de Saúde registrou 39 mortes até o dia 20 de abril, nas seguintes cidades: Nova Iguaçu (3), Duque de Caxias (3), Magé (2), Cabo Frio (1), São Gonçalo (5), Maricá (1), Mesquita (2), Rio de Janeiro (13), São João do Meriti (4) e São José do Vale do Rio Preto (1), Bom Jesus de Itabapoana (1), Itaocara (1), Itaperuna (1), Rio das Ostras (1).

Jovens têm mais riscos

A disseminação do vírus da dengue entre a população jovem com a volta do vírus tipo 1 no Estado do Rio de Janeiro tem preocupado as autoridades de saúde, segundo o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde do Rio, Alexandre Chieppe.

O vírus tipo 1 não era detectado desde meados da década de 1980, mas reapareceu no ano passado. Com isso, jovens, crianças e adolescentes, que nasceram após esse período, não têm imunidade ao vírus, ficando mais suscetíveis à doença.

- As pessoas que nasceram no final da década de 80 não têm imunidade. É uma população muito grande suscetível ao vírus.

Segundo Chieppe, do total de casos investigados pela secretaria, apenas 4% tiveram complicações e 1% foi considerado grave.

Outra preocupação é com os municípios da Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, cidades onde a grande densidade populacional aumenta o risco de contaminação da dengue, que atinge seu pico nos meses de março e abril.

O Rio de Janeiro está entre os 16 Estados com alto risco de epidemia de dengue, segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde.

fonte: R7

Última atualização: 27/04/2011

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1 Comentário Publicado

  • Lúcia — 28/04/2011 @ 10:57

    DENGUE TEM CURA!
    Autor: Radjalma. Cabral de Lima – CRM AC 626.

    Caros Irmãos, Saúde.
    Tenho acompanhado no noticiário a situação em que se encontra minha
    terra natal – Rio de Janeiro – devido a uma epidemia de dengue e
    estou oferecendo minha contribuição:

    Quando estava morando em Maceió, Alagoas, estive sendo monitor da
    ANEDE na unidade Princesa Mariana, naquela época, trabalhei em
    plantões nos finais de semana em um hospital da Cooperativa Pindorama,
    bem próximo da cidade de Penedo, ribeirinha ao São Francisco, quase em
    sua foz. Encontrei uma epidemia de dengue numa comunidade rural, onde
    a medicação não era suficiente, solicitei ao motorista da ambulância
    que me levasse ate uma casa onde havíamos visto uma bonita plantação
    de cravos amarelos, colhemos uma boa quantidade de folhas levamos até
    o hospital de Pindorama, solicitei que a cozinheira preparasse um
    litro de chá e comecei a consultar.

    Todos os casos em que havia dor Muscular ou articular generalizada com
    febre, independentemente dodiagnóstico, orientei a enfermagem
    (perplexa), que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo
    em que solicitei que a cozinheira continua sse preparando mais chá,
    conforme a necessidade. Diante DA curiosidade de todos, ainda mais
    perplexos ao perceber que apos as duas primeiras horas de atendimento
    as pessoas já não estavam mais com queixas; ao final da maratona reuni
    a equipe, agradeci a colaboração e informei que sou membro de uma
    instituição beneficente, onde existe uma entidade de preservação
    ecológica e que este serviço que faço com as ervas é em nome desta
    Associação Novo Encanto.

    Ao final de três semanas não havia mais uma epidemia de dengue e sim
    uma epidemia de cravo nos jardins, Situação semelhante aconteceu no
    ano em que trabalhei no PSF em Caruaru – Pernambuco.

    Atualmente, há dois anos estou em Rio Branco – Acre, Trabalhando
    também com medicina comunitária, onde quando responsável pela
    população do bairro Mauri Sérgio (900) famílias, nossa equipe dominou
    a epidemia de dengue em menos de um m ês.

    Transferido ao bairro Vitória, com a nova equipe e em parceria com a
    Pastoral da Criança, nossa equipe conseguiu tambémdominar a epidemia
    em curto espaço de tempo.

    Já comuniquei a diversas autoridades a respeito, a imprensa tem feito
    reportagem mostrou um caso DA doença em nossa área de abrangência; mas
    não sei o que se passa na cabeça das autoridades que resistem em
    implementar método, onde não ha despesas, é ecologicamente correto e
    ainda contribui na melhora do nível de saúde e cultura do povo.
    Continuo informando que é um trabalho beneficente da ANEDE.

    Ai está meu testemunho, minha contribuição, e venho pedindo ao nosso
    Divino Mestre que Continue nos iluminando no sentido de acompanha-lo.

    Obs.: O cravo amarelo apresenta tons variados chegando ao dourado,
    Suas folhas são compostas, com cheiro inconfundível, muito utilizado
    para afugentar moscas em velór ios, que lhe valeu o apelido de Cravo de
    Defunto.

    Não encontrei nenhum caso de intoxicação, recomendo 10 folhas
    compostas em um litro de água nos casos mais simples e 10 folhas em
    meio litro de água nos casos graves. Melhores resultados são obtidos
    com o chá morno tomado aos goles seguidamente até o desaparecimento
    dos sintomas, o que não tem ultrapassado 2 horas.

    Chá fervido, cozinhar as folhas

    No momento, a Secretaria Estadual de Saúde me designou a trabalhar
    também em plantões no Hospital de Pronto Socorro desta capital, onde
    continuo prescrevendo nos casos suspeitos e confirmados, além da
    medicação convencional, também o mesmo chá.

    Saúde a todos, fraternalmente, Radjalma. Cabral de Lima – CRM AC 626.

    Neste caso é a colaboração da equipe da Coordenadoria da ANEDE no Acre
    e Seringal.

    PROVAS DO SUPRACITADO

    RESPOSTA DO DR. Radjalma A O FERNANDO MINEIRO

    Caro Irmão Fernando Mineiro, o conteúdo refere-se a verdade, tenho
    título de pos-graduação em Fitoterapia fornecido pela Universidade
    Federal de Pernambuco e venho me dedicando ao estudo do valor
    medicinal das ervas, e por trabalhar com população de baixa renda,
    venho incentivando o programa idealizado pelo Doutor Matos da UFCE,
    denominado Farmácias Vivas.

    Me congratulo com seu grupo de trabalho, sei o quanto é importante,
    porque passei mais de seis meses por dentro da situação do pânico.
    Hoje vejo que a deficiência de lipídeos de alto valor biológico na
    alimentação altera o metabolismo cerebral, um bom auxílio é o consumo
    de LECITINA DE SOJA. O laboratório Naturalis distribui um folheto que
    trata do assunto.

    Saúde e Felicidade a todos,
    Fraternalmente, Radjalma



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