10/05/2012

Cuidados com a dengue devem ser tomados também na época do frio

Mais de 500 casos de dengue foram registrados desde janeiro na região de São José do Rio Preto (SP). Com a chegada do outono e inverno, os cuidados para evitar a doença não podem ser deixados de lado. É preciso ter tanto cuidado quanto na época de chuva e no verão.

A aposentada Augusta Crestani perdeu a filha vítima da dengue. Cleuza, de 53 anos, ficou 30 dias em coma. Até hoje a mãe não entende como isso aconteceu. “Não sei como minha filha pegou dengue, só se foi dos vizinhos, porque na casa dela nem plantas tinha”, afirma a aposentada.

Em 2010, outras 10 pessoas morreram com complicações da dengue em Rio Preto. Em 2011, uma morte foi registrada. E este ano, uma pessoa também morreu. Ainda em 2012, até o momento, foram confirmados 212 casos positivos. O verão, época de mais preocupação, por causa do excesso de chuva, já passou, mas o combate à doença não pode ser interrompido.

Nos bairros onde a Secretaria de Saúde registra mais casos de dengue, é realizado o serviço de nebulização. E o trabalho não para nem na época do frio. Os agentes de nebulização intensificaram a ação nos bairros Alto Rio Preto e Santos Dumont. O cheiro não é agradável, mas o produto mata o mosquito e as larvas do Aedes aegypti. “É muito importante que cada um faça sua parte, porque senão não adianta nada os agentes virem”, diz a dona de casa Vera Lúcia Alves.

Outro trabalho que também não para é o dos agentes que vão de casa em casa. São eles que têm contato direto com os moradores e dão as principais orientações. Na região, os números da dengue não são alarmantes, mas a prevenção não pode ser deixada de lado. Em Votuporanga (SP) foram registrados seis casos de dengue este ano. Em Fernandópolis (SP) foram cinco e em Araçatuba teve 275 casos positivos.

No Rio Grande do Norte
Sebrae debate soluções para a estiagem no Nordeste 

Objetivo é buscar alternativas para amenizar os efeitos da seca na agricultura familiar

A região Nordeste enfrenta uma das piores secas dos últimos 40 anos. A estiagem já atinge milhares de produtores rurais que têm a agricultura familiar como fonte de renda e sobrevivência. Somente no Rio Grande do Norte, a falta de chuvas obrigou 139 municípios a decretarem estado de emergência. O Sebrae no estado e parceiros buscarão, por meio da tecnologia, alternativas para amenizar os efeitos da seca. No dia 15 de junho, agricultores e representantes do governo estadual vão debater soluções para o problema em encontro que terá como tema Tecnologia para convivência com a seca.

As palestras com representantes de entidades governamentais serão destinadas a produtores que participarão do VI Encontro da Agricultura Familiar, evento inserido na programação da Expofruit 2012, que acontece no período de 13 a 15 de junho. A ideia é apresentar alternativas simples e viáveis para o homem do campo driblar os efeitos da estiagem, como a construção de barragens subterrâneas e barragens sucessivas.

“Estamos convivendo com a seca e não poderíamos deixar de tratar do assunto neste evento de agronegócio. Algumas pessoas costumam dizer que a seca não afeta quem depende de irrigação, mas isso não é verdade. Por isso, estamos desenvolvendo essa programação, que atenderá a todos os produtores, já que a seca é um problema que atinge todo o estado e a região Nordeste”, explica Franco Marinho, gestor de Fruticultura do Sebrae no Rio Grande do Norte.

Aliado à orientação técnica, o VI Encontro da Agricultura Familiar também contará com a participação de instituições financeiras, que prestarão apoio na divulgação de linhas de créditos especiais e refinanciamento de dívidas de produtores rurais.

Outra novidade inserida na programação da Expofruit 2012 é a inserção de grupos de produtores na Rodada de Negócios. O primeiro dia do evento será destinado a encontros entre empresas estaduais e produtores ligados à agricultura familiar. O objetivo é criar oportunidade para a realização de negócios. As inscrições para participar da programação do VI Encontro da Agricultura Familiar já podem ser feitas no endereço eletrônico www.ufersa.edu.br.Mais de 500 casos de dengue foram registrados desde janeiro na região de São José do Rio Preto (SP). Com a chegada do outono e inverno, os cuidados para evitar a doença não podem ser deixados de lado. É preciso ter tanto cuidado quanto na época de chuva e no verão.

A aposentada Augusta Crestani perdeu a filha vítima da dengue. Cleuza, de 53 anos, ficou 30 dias em coma. Até hoje a mãe não entende como isso aconteceu. “Não sei como minha filha pegou dengue, só se foi dos vizinhos, porque na casa dela nem plantas tinha”, afirma a aposentada.

Em 2010, outras 10 pessoas morreram com complicações da dengue em Rio Preto. Em 2011, uma morte foi registrada. E este ano, uma pessoa também morreu. Ainda em 2012, até o momento, foram confirmados 212 casos positivos. O verão, época de mais preocupação, por causa do excesso de chuva, já passou, mas o combate à doença não pode ser interrompido.

Nos bairros onde a Secretaria de Saúde registra mais casos de dengue, é realizado o serviço de nebulização. E o trabalho não para nem na época do frio. Os agentes de nebulização intensificaram a ação nos bairros Alto Rio Preto e Santos Dumont. O cheiro não é agradável, mas o produto mata o mosquito e as larvas do Aedes aegypti. “É muito importante que cada um faça sua parte, porque senão não adianta nada os agentes virem”, diz a dona de casa Vera Lúcia Alves.

Outro trabalho que também não para é o dos agentes que vão de casa em casa. São eles que têm contato direto com os moradores e dão as principais orientações. Na região, os números da dengue não são alarmantes, mas a prevenção não pode ser deixada de lado. Em Votuporanga (SP) foram registrados seis casos de dengue este ano. Em Fernandópolis (SP) foram cinco e em Araçatuba teve 275 casos positivos.

Última atualização: 12/05/2012

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2 Comentários Publicados

  • gabriel — 22/05/2012 @ 20:08

    como posso alertar as pessoas sobre a dengue sem que elas me solbem !!!!! e mais uma pergunta eu tenho14 anos de idade si uma pessoa da minha idade pegar a dengue ela presica de outra tratamento ou naõ


  • Editor — 22/05/2012 @ 22:50

    Gabriel, dependendo da gravidade do caso, é necessário acompanhamento médico.



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